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Polícia Civil prende acusado que mantinha status de empresário e aplicava golpes por meio do crime de estelionato

Estelinatário teria praticado crimes em Medicilândia e Anapu.

30/07/2019 09h09
Por: Karina Pinto
Fonte: Ascom PC PA
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Foto: Ascom PC PA
Foto: Ascom PC PA

A Polícia Civil do Pará cumpriu, nesta segunda-feira (29), o mandado de prisão preventiva em nome de Wesley Marques Silva. O acusado foi preso por cometer o crime de estelionato. Após investigações, foi possível identificar o estabelecimento comercial, bem como o endereço que o mesmo estava residindo, situado no município de Maracanaú no Ceará. Wesley mantinha o status de empresário, nesta feita no ramo de madeireira. A prisão do acusado ocorreu na Av. Padre José Holanda do Vale, Bairro Luzardo Viana, no município de Maracanaú no Ceará. 

O mandado de prisão foi expedido pela Comarca de Medicilândia no Pará. A ação foi realizada pela Delegacia de Conflitos Agrários e a Delegacia de Homicídios de Altamira, sob coordenação do Delegado Fernando Marcolino, e contou com apoio da Delegacia Metropolitana de Maracanaú no Ceará, sob comando do delegado Regyslario e do Inspetor Márcio Freire.

Segundo o delegado Lucas Luz,da Delegacia de Medicilândia, de acordo com as investigações, Wesley era responsável pela empresa “Cerealista Wesley Cacau”, onde vinha praticando a conduta de comprar quantidades variadas de sacas de sementes de Cacau de diversos produtores locais, e que ao receber as sacas, fazia apenas um pequeno pagamento ou, como se comprovou, nenhuma contra-prestação ao produtor, que recebia apenas uma nota com a promessa de pagamento, explica. 

Segundo o delegado, Após os golpes Wesley fechou seus estabelecimentos comerciais, tanto na cidade de Medicilândia-PA, como na cidade de Anapu no Pará. De acordo com as investigações, o acusado aplicou golpe de cerca de 150 mil reais, finaliza.

Wesley encontra-se recolhido na Delegacia de Maracanaú/CE, aguardando autorização judicial para a transferência ao município de Medicilândia no Pará. Diante desses fatos foi representado pela prisão preventiva do suspeito por razões de ordem pública, instrução processual e aplicação da lei penal.

 

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