
Durante a inspeção, os agentes identificaram um desvio subterrâneo de energia elétrica que abastecia clandestinamente o empreendimento. Segundo os técnicos, o volume furtado seria suficiente para suprir, em média, 30 residências de porte médio durante um mês inteiro.
A mulher foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil de Medicilândia, onde responderá por furto de energia, crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro.
A Equatorial Pará alertou que o furto de energia, além de ser crime, coloca em risco a segurança da população, podendo provocar curtos-circuitos, choques elétricos e até incêndios. A prática também causa prejuízos coletivos, já que compromete a qualidade do fornecimento aos consumidores regulares.
Denúncias sobre ligações clandestinas podem ser feitas de forma anônima pelo 181 da Polícia Civil, ou nos canais da distribuidora: 0800 091 0196 e site oficial da Equatorial Energia.
Fonte: Polícia Civil do Pará / Equatorial Pará