
ALTAMIRA – As equipes que atuam nas buscas pelas vítimas do naufrágio ocorrido no Rio Xingu localizaram cinco corpos até este fim de semana. Um adolescente ainda permanece desaparecido, e os trabalhos de resgate continuam na região da Cachoeira Rebojo do Avelino, localizada na Terra Indígena Koatinemo, em Altamira.
O acidente envolveu embarcações que transportavam indígenas dos povos Kayapó e Xikrin. As primeiras informações apontam que uma das embarcações atingiu uma formação rochosa em um trecho de corredeiras, considerado de alto risco para navegação, provocando o naufrágio.
As buscas mobilizam uma grande operação integrada com equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Pará, Marinha do Brasil, Exército Brasileiro, Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) e Norte Energia. As condições do local, marcadas por forte correnteza e grande quantidade de pedras, dificultam os trabalhos de resgate.
De acordo com informações divulgadas durante a operação, dezenas de indígenas estavam distribuídos entre as embarcações. Parte dos ocupantes conseguiu alcançar as margens do rio e foi socorrida por moradores e indígenas da região.
Familiares acompanham a operação na expectativa pela localização da última vítima desaparecida. Até o fechamento desta reportagem, as buscas permaneciam sem previsão de encerramento.
Fontes: Corpo de Bombeiros Militar do Pará, Funai, DSEI Altamira, Marinha do Brasil, Folha de S.Paulo e veículos regionais que acompanham a operação.
Essa versão fica muito mais alinhada ao padrão do Xingu230, sem dar visibilidade ao concorrente e atribuindo a informação aos órgãos oficiais envolvidos na ocorrência.