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Pará Operação SOS

Helder Barbalho exonera titular da Sedeme e Secom investigado na Operação SOS

Parsifal Pontes foi preso pela Polícia Federal na terça, 29, e é investigado por suposta participação em esquema de fraudes em contratos durante a pandemia de coronavírus.

02/10/2020 08h11
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Por: Redação Xingu 230 Fonte: G1 Pará
Governador Helder Barbalho exonera secretário investigado na Operação SOS
Governador Helder Barbalho exonera secretário investigado na Operação SOS

O governador do Pará Helder Barbalho (MDB), investigado pela Operação SOS por supostos desvios de recursos públicos, exonerou o secretário Parsifal Pontes da Secretaria Estadual De Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e da Secretaria Estadual de Comunicação (Secom).

Pontes foi preso na última terça, em Belém, por agentes da Polícia Federal. A exoneração foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta (1º). A Sedeme passa a ser chefiada pelo secretário adjunto Carlos Augusto de Paiva Ledo.

A edição do DOE também traz designação do secretário adjunto João Bosco Lobo para responder interinamente pela Secretaria Estadual de Transportes (Setran), já que o titular, Antônio de Pádua de Deus Andrade, é um dos presos durante a operação. O secretário Andrade não foi exonerado, até então.

Os dois secretários são alvos de investigação envolvendo uma suposta associação criminosa que teria fraudado contratos, feitos por meio de dispensa de licitação, durante a pandemia do coronavírus, segundo inquérito que consta na decisão de cumprimento de mandados, assinada pelo ministro Francisco Falcão, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Helder Barbalho é um dos investigados, mas não foi alvo de prisão temporária, somente de buscas e apreensão no gabinete dele. Os servidores públicos e empresários continuam presos em casas penais da região metropolitana de Belém.

Sobre a operação, o governo disse que apoia qualquer investigação que busque proteger o dinheiro público

Operação SOS

Deflagrada na terça (29), a operação cumpriu mandados em cinco municípios do Pará, autorizados pelo (STJ). Um dos alvos de mandado de busca e apreensão foi o gabinete do governador Helder Barbalho (MDB), que não tinha mandado de prisão preventiva, mas teve atuação apontada pelo STJ como "essencial" na "empreitada criminosa".

Um dos 12 suspeitos continua foragido, mas a Polícia Federal não informou quais são os presos, para proteger as investigações.

Segundo a PF, os servidores públicos estão no Centro de Recuperação Coronel Anastácio das Neves; uma mulher está no Centro de Recuperação Feminino (CRF) e os demais presos na Central de Triagem da Marambaia.

Até então, os presos temporários que se tem informação são:

  1. Parsifal de Jesus Pontes – secretário de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e ex-secretário da Casa Civil
  2. Antônio de Pádua de Deus Andrade - Secretário de Transportes
  3. Leonardo Maia Nascimento - assessor de gabinete
  4. Nicolas André Tsontakis Morais - operador financeiro

Os outros investigados com mandados de prisão são:

  1. Peter Cassol de Oliveira, ex-secretário-adjunto de gestão administrativa de Saúde,
  2. Cleudson Garcia Montali
  3. Regis Soares Pauletti
  4. Adriano Fraga Troian
  5. Gilberto Torres Alves Junior
  6. Raphael Valle Coca Moralis
  7. Edson Araújo Rodrigues
  8. Valdecir Lutz
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